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08/09/2020 16:30

ADAB autoriza Copa Mangalarga Marchador em evento remoto no período de pandemia

ADAB autoriza Copa Mangalarga Marchador em evento remoto no período de pandemia

A Bahia passou a figurar como pioneira no Norte-Nordeste na realização de um evento com transmissão ao vivo pela Internet em disputa de equinos divididos em 20 categorias, no últimofinal de semana, na I Copa de Marcha Haras WFR e Beira Rio da raça Mangalarga Marchador, no município de Wenceslau Guimarães.

A Copa seguiu todos os protocolos recomendados pelas autoridades sanitárias em meio à retomada gradual de atividades durante a pandemia do novo coronavírus. O evento fechado com presença autorizada apenas de cavaleiros, tratadores, arbitragem, equipes de apoio e da ADAB (Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia), que realizou atividades de educação sanitária, com aferição da temperatura de todos os presentes, além da distribuição de folhetos sobre os cuidados com a prevenção do vírus e álcool em gel, bem como o controle da sanidade dos animais envolvidos.

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A retomada deste nicho da economia que movimenta uma cadeia volumosa em investimentos através de suplementos, ração, frete e medicamentos, superou as expectativas dos organizadores. “A movimentação foi surpreendente com o retorno das atividades de toda a cadeia produtiva que gira o mangalarga marchador da Bahia, e o nosso segmento que gera empregos e renda conseguiu mostrar que está pronto para dinamizar a economia de novo, atendendo aos requisitos de segurança sanitária”, frisou Eduardo Britto, um dos promotores da Copa de Marcha.

O formato inédito rendeu mais de 25 horas de transmissão nos dois dias de evento com mais de 30 mil acessos do público de todo o Brasil através de Live do YouTube.

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A Copa é mais uma das atividades para enaltecer a raça.“É na Bahia que se concentra o terceiro maior rebanho de Mangalarga Marchador do país, e autorizamos o evento só após nos certificar que todos os detalhes foram pensados para oferecer segurança aos participantes”, ressaltou o diretor-geral da ADAB, Maurício Bacelar. “Os equipamentos utilizados também passaram por higienização contínua e nossa equipe supervisionou o controle de acesso e o retorno dos animais às propriedades de origem”.

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